sábado, 1 de fevereiro de 2020

Visita à Exposição: "Picasso, mestre universal" em Oeiras


 


Numa tarde de chuva, lá fomos nós!
Picasso deixou-nos uma obra vastíssima e multifacetada. Nesta exposição, podemos ver uma amostra de obras que percorrem alguns dos seus períodos mais significativos. As cerâmicas, merecem especial destaque pela sua liberdade criativa, em que conseguimos sempre identificar o seu estilo, os seus traços únicos.

Para saber mais »»»»
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/picasso-mestre-universal

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto - 27 de janeiro


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Três crianças judias aguardam numa estação de comboio em Londres após viagem no chamado "Kindertransport"

O horror de Auschwitz e do holocausto por quem o escreveu na primeira pessoa: Primo Levi

"Aos 24 anos foi transportado para Auschwitz. Ele e outros seiscentos e cinquenta judeus italianos. Estávamos em fevereiro de 1944. Deles, só vinte sobreviveram — Levi incluído. Quando se viu, enfim, libertado pelo exército soviético, a 27 de janeiro de 1945, ao fim de 11 meses de privação e indignidade humana, Levi havia envelhecido, não 11 meses, mas décadas. Não só fisicamente. Mas serviu-lhe a experiência, de morte, não a sua mas a que testemunhou dia-a-dia à sua frente, todos os dias, a experiência de sobreviver quase miraculosamente — a resiliência fez o resto –, essa experiência-limite permitiu-lhe escrever, por exemplo, “Se Isto é Um Homem” (a trilogía de Auschwitz completa-se com “A Trégua” e “Os que Sucumbem e os que se Salvam”)".

[Texto de Tiago Palma | Observador]




sábado, 25 de janeiro de 2020

Uma sugestão de leitura para o seu fim de semana: "O Mundo em que vivi", Ilse Losa

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O livro integra o Plano Nacional de Leitura como livro recomendado para o 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
Conhecer melhor a autora:
Ilse Lieblich Losa (Melle-Buer, 20 de março de 1913 — Porto, 6 de janeiro de 2006) foi uma escritora portuguesa de origem judaica. Nascida na Alemanha, frequentou o liceu em Osnabrück e Hildesheim e mais tarde um instituto comercial em Hannover. Ameaçada pela Gestapo de ser enviada para um campo de concentração devido à sua origem judaica, abandonou o seu país natal em 1930. Deslocou-se primeiro para Inglaterra onde teve os primeiros contactos com escolas infantis e com os problemas das crianças. Chegou a Portugal em 1934, tendo-se fixado na cidade do Porto, onde casou com o arquiteto Arménio Taveira Losa, tendo adquirido a nacionalidade portuguesa. Em 1943, publicou o seu primeiro livro "O mundo em que vivi" e desde dessa altura, dedicou a sua vida à tradução e à literatura infantojuvenil, tendo sido galardoada em 1984 com o Grande Prémio Gulbenkian para o conjunto da sua obra dirigida às crianças. Em 1998 recebeu o Grande Prémio de Crónica, da APE (Associação Portuguesa de Escritores) devido à sua obra À Flor do Tempo. Colaborou em diversos jornais e revistas, alemães e portugueses, está representada em várias antologias de autores portugueses e colaborou na organização e traduziu antologias de obras portuguesas publicadas na Alemanha. Traduziu do alemão para português alguns dos mais consagrados autores. Segundo Óscar Lopes "os seus livros são uma só odisseia interior de uma demanda infindável da pátria, do lar, dos céus a que uma experiência vivida só responde com uma multiplicidade de mundos que tanto atraem como repelem e que todos entre si se repelem".

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A revolta do 31 de janeiro de 1891 - Mural da História na Biblioteca da Secundária



A revolta do 31 de janeiro de 1891 foi um levantamento militar que teve lugar na cidade do Porto e que é considerado como a primeira revolta republicana, a primeira tentativa de derrube da monarquia e de implantação da República em Portugal.
A revolta foi desencadeada como reação à cedência do governo ao Ultimatum Britânico do ano anterior, que suscitou grande indignação e era visto nos círculos republicanos como uma prova da decadência e fraqueza do regime monárquico em Portugal.
A proclamação da República no Brasil, que tinha ocorrido dois anos antes, foi também um fator de motivação para os setores mais radicais do movimento. O Porto foi o local escolhido devido à sua tradição revolucionária ao longo de todo o século XIX e por o movimento republicano dispor de fortes apoios na cidade.

Assista a alguns videos sobre este tema em>>>>>
http://ensina.rtp.pt/artigo/a-revolta-republicana-do-porto/

Sugestões de leituras de férias para jovens. As aulas terminaram. O verão chegou

  As férias estão aí! É tempo de divertimento e descanso, mas também de reflexão e de usufruir de momentos de leitura. A escola, a família e...